quarta-feira, 26 de março de 2008

relatos do mundo zumbítico

Queridos leitores.
Hoje vocês terão acesso, com exclusividade, ao instigante e misterioso além-mundo, através do relato de uma testemunha do lado de lá. Sim, resgatamos este pequeno, mas incomensurável, inenarrável, sem valor ainda estipulado, relato que nos desvela os segredos que estão por trás dessa (in)existência que até hoje não compreendemos.

Vina: a mulher zumbi.
Devo dizer que, no além-mundo, todas as comidas são de fast food. A morte não dá trégua, e o ônibus sempre pode resolver passar no exato momento que você conseguiu se decidir a comprar aquele pão de queijo prometido.

Continuem acompanhando....

2 comentários:

LRP disse...

hey! olha isto:

Sérgio Sampaio - Brasília

Quase que ando sozinho por todos os bares
Freqüento lugares, namoro suas filhas, Brasília
E posso dizer que começo a voar
Sossegado em seu avião
E mesmo com o ar desse jeito tão seco
Consigo cantar no seu chão

Quase que me sinto em casa em meio a suas asas
E "W's" e "L's" e eixos e ilhas, Brasília
Cidade que um dia eu falei que era fria
Sem alma, nem era Brasil
Que não se tomava café numa esquina
Num papo com quem nunca viu

Sei que preciso aprender
Quero viver pra saber
E conhecer Brasília

Ver o que há, Paranoá
Lago de sol, noite, lua
O olho do amor desconhece a armadilha
Assim vim ver Brasília

Quase que me sinto bem distraído em suas quadras
Tão bem arrumadas com suas quadrilhas, Brasília
Concreto plantado no asfalto do alto
O céu do planalto onde estou
Aqui na cidade dos planos
Conheço um cigano que não se enganou

(e o ritmo é mó gostoso!)

vina apsara disse...

é verdade, o ritmo é legal, até compensa as rimas... hahahha

fofo isso, obrigada!