sábado, 2 de fevereiro de 2008

filosofia literaria

"Todos sabemos que la escritura proviene de un hombre o de una mujer sentada sola en un cuarto, con el teléfono descolgado, una taza de café y -en los viejos tiempos- un cigarrillo", reflexionó la autora de El cuaderno dorado (1962) al sentenciar que el estado actual del mercado editorial conspira contra los nuevos autores.

Do Clarín, outra vez...

5 comentários:

Babi disse...

No dia que tiver algum post em alemão eu volto a comentar. Por hora, espanhol não dá! Beijo !

vina apsara disse...

hahahahhah, sorry!

júlia disse...

quel, piuí, adouuro esses trechos que você cita,
andei lendo muito a lessing ultimamente,
ela escreve muito bem e muito mal também,
enfim, enfim,
bacci

vina apsara disse...

ufa! que alívio! pensei que ninguém nunca lia isso...

nossa, esse trecho foi meio assustador pra mim, porque venho discutindo esse assunto em momentos constantemente aleatórios da minha vida. isso sempre vem à tona e não sei o que pensar... gosto de ouvir a opinião dela: parece uma mulher muito corajosa e singular. Corajosa na singularidade, saca? Como, se por e se revelar fosse algo fácil e cotidiano...

Enfim, foi só uma impressão.

júlia disse...

vem discutindo que assunto, quel? do que é necessário para escrever? ou do mercado literário atual? também tenho pensado nessas coisas,

a lessing caí nela justamente pela coragem. muito bem isso que você fala dela buscar uma singularidade, sim, ela é uma águia que vê pelo meio das coisas, e, além disso, nos romances e também na autobiografia, ela não tem nenhuma espécie de pudor, nem temático e, principalmente, estilístico e isso tudo numa simplicidade alarmante,

porém, muitas vezes em nome de coisas que não sei bem quais são ela atropela muita coisa e às vezes me deixa com a sensação de ter sido mal enganada, coisa que hm-hm, não é dos melhores efeitos, não é mesmo? o coetzee fala que ninguém escreve tão bem como ela escrevendo tão mal, algo assim, enfim,

leio sim, estou aqui,